quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A MEDITAÇÃO NO DIA-A-DIA .:. Parte I


A MEDITAÇÃO NO DIA-A-DIA ::: Parte I
"OS ESTADOS DA MENTE E A CONQUISTA DO SER TOTAL"

Paula Salotti






Meditar é estar plenamente aqui e agora. É inspirar e expirar o momento presente. Compreender que tudo que surge é necessário e essencial. Aprender a parar. Parar e tomar consciência do corpo, do milagre da respiração que nos presenteia com a força da vida a cada instante. Meditar é respirar consciente. Caminhar consciente. Comer consciente. Viver consciente. Plenamente.
Levar a experiência da meditação para a vida diária, estar em meditação a cada instante, em cada situação, permitindo que o contato com essa fonte incessante de energia transborde por todo o nosso ser para cada momento da nossa vida.
Somos plenos em essência e nascemos conectados a nossa essência divina. Mas com o passar do tempo camadas e camadas dos mais diversos condicionamentos nos distanciam da nossa real natureza. Passamos a ser o que os outros esperam que sejamos, sufocando nossa identidade e essência. Essas camadas de condicionamentos nos anestesiam e hipnotizam, até que o caminho do auto conhecimento nos sintonize novamente com a essência divina.
A prática da meditação é uma maravilhosa ferramenta para acessarmos esse eu divino, onde encontramos a fonte de todo conhecimento e criatividade - reservatório infinito de energia e amor.
Esse caminho muitas vezes é solitário e exige coragem e audácia, já que precisamos romper muitas barreiras e quebrar padrões e hábitos profundamente enraizados. Quanto mais camadas de condicionamentos são "descascadas" mais deixamos de ver sentido em atividades que antes nos serviam apenas como muletas, ou mesmo em pessoas ou situações que mantínhamos ao nosso lado por carência e insegurança.
Quanto mais tocamos esse núcleo do nosso ser mais mudamos a perspectiva pela qual enxergamos a vida, criando a grande transformação. Nada mais será como antes... O interessante é que tudo continuará igualzinho como sempre foi, mas o mais importante haverá mudado: o nosso interior. Mudando o interior, a relação com tudo e todos muda, o exterior muda e até as coisas aparentemente "imutáveis" mudam também. Por exemplo, se há uma dor crônica, uma doença incurável, um relacionamento impossível de ser afastado, ao mudarmos nosso enfoque, nossa sintonia, naturalmente nossa relação com a situação mudará - a aceitação, a consciência do aprendizado que surgirá não no nível teórico, mas vivencial, fazendo com que uma situação que antes nos desequilibrava passe agora a nos ensinar, despertando a gratidão infinita por tudo e todos que atraímos.

DIFERENCIAR MENTE DA CONSCIÊNCIA,
ISSO É MUITO IMPORTANTE NA MEDITAÇÃO!


Quando nos sentamos para meditar, ao contrário do que muitos pensam, não estamos numa situação passiva. Isso é uma das várias interpretações da mente concreta, que não tem muito interesse que entremos no estado de meditação. Nossa mente concreta, racional, é maravilhosa em diversas situações da vida, mas não quando queremos acessar espaços profundos. Acostumada a ser soberana, ela no início não aceitará ser destronada com tanta facilidade e fará tudo que puder para manter o seu posto! Por isso, todos os obstáculos que encontramos para meditar têm origem na luta da mente racional, impedindo a dissolução do ego no Ser Total.
Para que qualquer movimento em direção a meditação seja feito, temos em primeiro lugar que deixar a mente racional de lado. Por isso falar sobre meditação, aprender, ensinar etc, são experiências válidas para que tenhamos um primeiro contato com a prática, mas nunca serão plenas.
Fazer um curso de meditação, ler um livro, ouvir a experiência de alguém, apenas alimentará a mente concreta com mais e mais dados, mas criando enorme distância do contato direto que só teremos na prática. A experiência da meditação - como a vida - é única a cada instante. Uma meditação jamais será igual a outra. Por isso ninguém pode ensinar meditação. Podemos ensinar ou aprender técnicas que facilitam o desligamento da mente racional, mas a experiência em si é única, pessoal. Aprender meditação seria o mesmo que aprender com alguém a dormir, por exemplo. Por mais teorias que possamos ouvir, só saberemos o que é dormir... dormindo! Ninguém poderá dormir por nós ou traduzir a nossa experiência ao dormir.

ONDAS CEREBRAIS
ONDAS CEREBRAIS
A mente sempre aparece como a grande vilã da prática da meditação. Os pensamentos borbulham sem pedir licença, nos distanciando daquela imagem que criamos de um ser sereno, meditando como se tivesse conseguido zerar o seu diálogo interior.
Vamos entender que meditar não é parar de pensar, mas mudar a relação com os pensamentos. É a função da mente produzir pensamentos, assim como é a função do coração bombear sangue, a dos rins filtrar impurezas, etc. Nem por isso precisamos monitorar o coração, os rins, o fígado, dizendo a eles o que fazer. Simplesmente e involuntariamente cada um cumpre o seu papel e as batidas do coração ou os barulhos do estômago não nos incomodam.
Mas os pensamentos incomodam porque damos excessiva importância a eles. Retemos o pensamento, dialogamos com ele, criando a comum associação de idéias que nos coloca num estado superficial. Quando nos damos conta do diálogo, tentamos "não pensar". Aí está o grande erro! A mente reprimida fica mais inquieta. Só quando entendermos que "pensamentos" nunca deixarão de ser "produzidos" pela mente, relaxaremos e nos desligaremos. Eles não mais atrapalharão a meditação. Continuarão a surgir, desmanchando-se no nada. Vamos entender esse processo, mapeando nossas ondas cerebrais.
Em vigília, nossa ondas cerebrais variam de 14 a 28 ciclos por segundo. É o chamado estado beta. Precisamos estar em beta para atuar no plano concreto, agir, decidir, etc. Mas as ondas betas tem suas desvantagens. Elas são alimentadas por estímulos externos e acabamos viciados em ficar em beta. Todos os estímulos que recebemos desde o nascimento reforçam a necessidade e o hábito de estarmos em beta. Imagens, música alta, letreiros, barulho, etc, estimulam a mente, mas também são fontes de stress quando não conseguimos viver sem eles.
O vício de ondas beta nos leva a repetição mecânica de hábitos. Por exemplo, se a mente estiver viciada em beta, ao entramos em casa após um dia agitado, mecanicamente vamos falar ao telefone, ligar a televisão, o rádio, o computador, comer, alimentando nosso ser com mais e mais estímulos externos, impedindo que a mente "pare". Parar é entrar em alpha, quando as ondas passam a variar entre 14 e 7 ciclos por segundo, nos colocando em contato com a mente subconsciente.
E entrar em alpha é muito fácil, basta prestarmos atenção a respiração para que as ondas cerebrais comecem a ser reduzidas. Em alpha começamos a acessar um estado de serenidade, relaxamento e desprendimento das exigências externas.
É vital para nossa saúde física e psíquica equilibrar atividade e repouso, em outras palavras, ondas beta e alpha. Tão vital que fazemos isso instintivamente quando paramos no meio do dia olhando para o nada, nos desligando por uns instantes da turbulência. Se não fizermos isso com certeza iremos explodir com alguém em poucos instantes. Portanto, acessar alpha é começar a entrar em contato com a profundidade do nosso ser intuitivo, relaxado.
Se conseguirmos relaxar bastante, nossas ondas passarão a vibrar entre 7 e 3,5 ciclos por segundo - são as chamadas ondas theta. É comum que quando nosso cérebro passe a produzir esta freqüência nossa percepção do mundo externo fique bastante reduzida. Começamos assim a fechar os olhos do corpo e abrir os olhos da alma. Nesse momento é comum experimentarmos uma maravilhosa plenitude (mesmo que rápida), o chamado êxtase espiritual, que é seguido na maioria da vezes por um apagão de consciência quando surge a sensação de estarmos dormindo. O ideal seria experimentar essa freqüência cerebral com a consciência desperta, mas no início só conseguimos manter a consciência e suas funções (memória, atenção, aprendizado) estando com as agitadas ondas beta.
Um estado ainda mais profundo é produzido nas ondas delta, quando a freqüência cerebral passa a ser de 3,5 a 0,5 ciclos por segundos. O transe profundo é experimentado nesse estado, que é o estado de letargia, e somente os iogues conseguem manter a consciência plena com ondas inferiores a 0,5 por segundo.



Para entendermos o processo na prática, vamos observar o gráfico abaixo que indica o processo das ondas cerebrais durante a meditação. A representação mostra que a mente vilã sempre aparece quando estamos entrando em alpha, quando relaxamos, quase chegando em theta, experimentando a totalidade - momento onde a respiração é imperceptível, os batimentos cardíacos estão diminuídos, todo o nosso ser vibra numa grande coerência - física e energética. De repente surge um pensamento que nos arrasta subitamente para a superfície! A lembrança da conta que não foi paga, do telefonema que precisa ser dado, da luz que ficou acesa em casa e pronto! Lá se foi o êxtase espiritual, a plenitude e a maravilhosa experiência que parecia estar se aproximando. Voltando as ondas beta, o coração acelera, todo o corpo se prepara para agir, o diálogo mental se inicia - já que a mente associativa desencadeia uma série de associações e a simples lembrança da luz acesa já nos levou a uma série infinita de pensamentos até que estejamos novamente na superfície. Nesse momento não devemos desistir, pelo contrário. Focamos atenção na respiração e novamente sentimos o mergulho acontecendo.
A meditação é um exercício e permanecer cada vez mais tempo em alpha ou theta é apenas uma questão de prática. E com o tempo acessar essas ondas mais serenas torna-se ser possível em qualquer situação do dia-a-dia e não apenas no ambiente da meditação.





1) A mente beta- o diálogo interior é incessante, lembranças, imagens soltas, a atenção totalmente focada no ambiente externo. 2) Iniciando a meditação, focando a mente num ponto que pode ser a respiração, um mantra, um som, o estado alpha vai acontecendo, diluindo pouco a pouco a agitação, silenciando e tirando a atenção do mundo externo 3) Já com as ondas theta, experimenta-se o início da fusão com o ser interior, o silêncio, o contato com a fonte criativa, o espaço de infinitas possibilidades onde recarregamos as baterias e solucionamos problemas, não através da lógicas, mas de insights. Este estado pode durar segundos ou minutos até que... 4) a mente beta, inconformada em perder seu posto nos acena com uma lembrança, uma imagem, que pode surgir pela livre associação com um ruído externo ou interno, e em questões de segundos voltamos a "pensar" em beta.


Jornal Universus - Janeiro/Fevereiro - 2002

Falou amizade...!

Enquanto sentimos lentamente a aproximação da Era de Aquário, vamos sendo convidados a despertar novas dimensões da nossa consciência. Os aconteci-mentos mundiais colaboram para uma reformulação total dos nossos valores, havendo cada vez menos espaço para posturas alienadas ou indiferentes. No dia 20 de janeiro o Sol entra no signo de aquário, trazendo mais uma vez a oportunidade de nos sintonizarmos com os princípios mais luminosos deste símbolo.A mensagem de Aquário vem nos trazer um despertar de consciência - consciência cósmica, coletiva, universal. E esse despertar faz aflorar o mais nobre sentimento do reino aquariano - a amizade - sentimento que por ser muitas vezes banalizado acaba perdendo a essência do seu significado.
Aquário nos ensina o verdadeiro sentido da amizade, o nobre sentimento que independe do tempo e transcende o espaço, e que faz com que olhemos a todos a nossa volta como verdadeiros irmãos - irmãos apenas por sermos neste momento filhos da mesma terra, compartilhando nossa condição humana.
Entrando na onda de aquário vamos fazer de 2002 o ano da amizade, recuperando os sentimentos abandonados pelo caminho, esquecidos pela falta de tempo de parar... parar e olhar – olhar e ver – ver e sentir quem está ao seu lado esperando apenas por aquele sorriso de luz!
Em sintonia com o princípio aquariano, abrimos nossos corações para que o aguadeiro derrame sobre nossas vidas mais justiça, amor e fraternidade. Em 2002 e sempre...




Om Shanti .:. Paula Salotti

Jornal Universus - Janeiro/Fevereiro - 2002

Jornal Universus - Março/Abril - 2002

FELIZ ANO NOVO!

Enfim o ano começa! Sempre comentamos que a vida só volta ao "normal" após o ciclo natal/férias/carnaval. Mas os que conhecem os caminhos dos astros, sabem que somente em março (neste ano no dia 20, às 16h16m) com a entrada do sol no signo de Áries é que podemos finalmente dizer: Feliz Ano Novo! É o Reveillon astrológicamente correto e devemos aproveitar esta data para comemorar e brindar, abrindo as portas para o novo e convidando para fazer parte da nossa vida o que há de melhor na natureza.A entrada do sol em Áries marca o início de um novo ciclo, e Áries, que simboliza o primeiro impulso, a centelha da vida, nos presenteia com toda a sua força de ação. Escolha um momento deste dia para decidir mudar a sua vida, com ousadia e coragem, envolvendo-se totalmente pelos princípios arianos que não permitem que nenhuma energia ou situação estagnada permaneça em seu caminho. As grandes chaves são: entusiasmo, ousadia e ação!
Comemorando a chegada do novo ciclo, o Jornal Universus presenteia os seus leitores com mais dicas astrológicas. A partir desta edição teremos a coluna "De Bem com a Lua", que mostrará as tabelas do mês com a Lua Fora de Curso - grande sucesso entre os leitores - e as tabelas com a data, horário e signo das Fases da Lua. Teremos também a volta de uma coluna muito apreciada: "Com a palavra", onde a cada mês colocaremos fragmentos dos ensinamentos dos grandes mestres que passaram pelo nosso planeta.
E isso é só o começo. Aguardem novas e interessantes novidades nas próximas edições.
No mais, toda a equipe do Jornal Universus deseja um Feliz Ano Novo a todos os amigos leitores, com a certeza de que todos conseguirão atingir suas metas, ou mesmo lutar por elas - o que já representa uma grande vitória!




Om Shanti .:. Paula Salotti

Jornal Universus - Março/Abril - 2002

Jornal Universus - Maio/Junho - 2002

A SERVIÇO DA LUZ

Recentemente algumas revistas tentaram mais uma vez denegrir a imagem das terapias e terapeutas alternativos. Embasadas no velho e conhecido discurso "científico", tais opiniões sempre são apresentadas como verdades inquestionáveis, atacando a tudo e a todos de forma leviana e irresponsável. Com enfoques nitidamente parciais - a maioria servindo aos interesses dos profissionais que sentem-se ameaçados com o crescimento e aceitação do alternativos - manipulam depoimentos e fatos para que estes lhes sirvam de "provas". Ora, casos desastrosos acontecem em todas as áreas e maus profissionais também. Nem por isso a medicina ou o direito algum dia foram denegridos em função da existência de médicos ou advogados negligentes.Nós que trabalhamos com o chamado "alternativo" seremos sempre alvo das mentes mais fechadas, preocupadas apenas em manter intactas suas pseudo verdades e interesses. Buscar o alternativo é buscar novas opções, entrando em sintonia com uma das leis mais básicas da natureza: a renovação. Os que buscam, inovam e pesquisam, abertos às infinitas possibilidades oferecidas pelo universo - sejam do meio científico ou esotérico - são os verdadeiros trabalhadores dessa Nova Era; Era que quando chegar definitivamente dissolverá fronteiras físicas e mentais, diluindo a importâncias de papéis, certificados ou graduações e revelando a real intenção e missão de cada um.
Todos empenhados em melhorar o planeta, seja por meios alternativos ou científicos, estão, mesmo que não saibam, unidos por uma única e magistral causa. Somos os soldados dessa grande missão. Somos trabalhadores da luz e nossa missão nesse momento é transformar radicalmente a freqüência do planeta para que este possa vibrar definitivamente na luz. Começamos do micro para o macro, cultivando em nossas vidas essas sementes de luz. A luz é consciência, a luz é energia, a luz é esclarecimento.
Como é dito naquela sábia frase: "os fantasmas sempre desaparecem quando as luzes se acendem" - só a luz dissipa a escuridão, só o conhecimento dissolve a ignorância e somente atitudes amorosas neutralizam agressões. Por isso "contra-atacar os ataques" alimentará apenas um círculo vicioso e sem fim. A grande resposta será continuarmos acendendo as luzes, exercendo nossa missão com nobreza e alegria, para que espontaneamente a escuridão vá sendo substituída pela claridade. Quando todas as luzes estiverem acesas a verdade se revelará. Mas todas as luzes somente se acenderão quando cada um de nós estiver totalmente consciente do trabalho que veio realizar. Com amor e entrega. A serviço da luz.




Om Shanti .:. Paula Salotti

Jornal Universus - Maio/Junho - 2002

Jornal Universus - Julho/Agosto - 2002

      VIDA ETERNA AO EXEMPLO DE AMOR!

Porta voz das dimensões superiores, mensageiro da esperança, exemplo de bondade, pregador da fé.
Nosso editorial do mês faz uma homenagem a esse grande ser, que na passagem pelo nosso planeta semeou luz, amor e caridade.
Que possamos continuar cultivando tais sementes - como tantos já o fazem - disseminando suas lições de altruísmo e humildade, incorporando aos nossos atos a mais pura expressão da bondade irradiada continuamente do seu coração.
Cada ser de luz que por aqui passa nos presenteia com a mais preciosa herança - exemplos vivos de vidas dedicadas ao bem, a luz, a evolução. E para honrar tais presentes nos comprometemos a dar vida a cada ensinamento, obra, mensagem, para que todo exemplo de amor vença e prevaleça!



Om Shanti .:. Paula Salotti


Carta aos Velhos

Vens de longe no caminho,
Exausto de combater.
Sim,meu irmão,a velhice
É a hora do entardecer.
Por vezes,é uma hora triste
De amargurosas lembranças
Do barco em que viajavas,
Entre sonhos e esperanças.
Da culminância do monte,
Examinas a paisagem,
E deploras os desvios
De quem começa a viagem.
Às vezes te calas,triste.
Ninguém te quer atender,
E choras porque conheces
Os tóxicos do prazer.
Mas nunca te desanimes,
Prossegue em tua missão,
Continua esclarecendo
O mundo de provação.
Não desesperes, portanto,
Antigamente também
Eras chamado à verdade
E não ouviste ninguém.
Quebrastes serros e atalhos,
Sem olhar a consequência.
Sofreste muito e ganhaste
O ouro da experiência.
Perdoa.Quem viveu muito
Tem muita compreensão.
Compreensão é bondade
Que esclarece com perdão.
Meninos,moços e velhos, Nas lutas da humanidade,
São três expressões ligeiras
De um dia da eternidade...



Jornal Universus - Julho/Agosto - 2002

Jornal Universus - Setembro/Outubro - 2002

OITO ANOS!



Em setembro de 1994 quando o primeiro número de Universus chegou prontinho... quanta alegria! Um filho que nascia, preenchendo nossos corações com alegria, emoção e principalmente trazendo a esperança - sentimento sempre presente em todo o nascimento. Esperança de vê-lo crescer, conquistar seu espaço, aprender, evoluir.Na comemoração desses oito anos a mesma esperança continua presente - esperança de atingirmos nosso propósito de fazer do Universus um canal de comunicação da alma - sendo sempre a grande motivação para construirmos cada edição do jornal. A evolução é eterna, o caminho não tem fim, e ao completarmos oito anos, aprendemos com o símbolo do infinito, que nos traz a consciência da eternidade em cada momento do presente.
Na astrologia, cada aniversário corresponde a um ciclo do sol que se completa, um ciclo do sol que se inicia. Comemorar o aniversario é comemorar o ingresso de um ano solar. A vida que se renova, a luz que se expande e ilumina ainda mais a trajetória... e sempre a esperança... que neste novo ciclo possamos crescer, evoluir, mudar, entrando sempre em sintonia com as novas propostas, antenados com a nova era que chega inquieta e acelerada.
Fazer um jornal alternativo é colocar o coração em cada letra, palavra, imagem, texto. E nosso coração está aí, impresso, podendo ser aberto a cada página, sendo alimentado com a troca com os colaboradores, leitores, anunciantes, amigos e, especialmente, com a parceria feita com aqueles que nunca vimos ou veremos fisicamente, mas que na sintonia da alma compartilham os mesmos ideais.
E ao completarmos mais esse ciclo, só nos resta dizer com o coração: muito obrigado!!!

                                                      Om Shanti .:. Paula Salotti

Jornal Universus - Setembro/Outubro - 2002

Jornal Universus - Novembro/Dezembro - 2002

ERROS & ACERTOS

Na edição passada, Universus recebeu alguns puxões de orelha. Pequenos grandes erros saltaram aos olhos dos atentos leitores, gerando variadas manifestações. Algumas cartas, e-mails e telefonemas chegaram a nós apontando estes pequenos erros que na pressa e correria do fechamento de cada edição insistem em escapar aos nossos olhos. Nesses momentos percebemos como são necessários os erros, já que só eles nos indicam o caminho dos acertos. Sinais vermelhos que nos motivam a parar, rever e melhorar.Portanto, esse editorial é dedicado ao agradecimento a todos os amigos leitores que se preocuparam em nos escrever, telefonar, apontando construtivamente as traiçoeiras falhas. É importante que tenham a certeza que sentimos cada leitor que se manifestou como nossos verdadeiros colaboradores, interessados e empenhados em construir conosco cada edição do jornal. Isso nos sensibiliza e motiva, e desejamos de coração que sempre possa haver nessa relação de Universus com seus leitores a total abertura e troca. Afinal, o que há de melhor em qualquer relacionamento senão a liberdade? Liberdade de expressão - expressão do ser, expressão das idéias, expressão da alma, do coração. E é em nome dessa liberdade do coração que produzimos esta edição do Universus. Curioso, é que ao fecharmos este número, percebemos que várias matérias tinham em seus títulos a palavra AMOR. Presente do acaso - tantos temas diferentes, mas com uma essência comum - o que nos fez ter a certeza que esta edição está cheia de sementes. Em todas as matérias, falamos muito em amor, em liberdade, em amizade. Nossa pauta do mês, nossa pauta de vida. Reforçando o desejo que Universus possa ser sempre um veículo livre da expressão de idéias - diversas, variadas, instigantes idéias. Que todas essas idéias aqui impressas possam cumprir a função maior que é nos fazer pensar, questionar, refletir.
Se é para apoiar, apoiamos a liberdade, se é para escolher, escolhemos a amizade! Para que essa ainda invisível teia que nos une fortaleça-se mais e mais, aproximando todos os corações que vibram na mesma freqüência.




Om Shanti .:. Paula Salotti

Jornal Universus - Novembro/Dezembro - 2002